quarta-feira, 18 de maio de 2011

Pai ou Provedor

         A cada dia que se passa nós que somos pais em busca do melhor para os nosso filhos acabamos deixando de lado as coisas mais simples, como exemplo uma boa conversa, elogios e até críticas construtivas, nossa infância e adolescência pode ser bem diferente daquilo que tivemos e com um pouco mais de cuidado podemos oferecer isso aos nossos filhos.
        Ser Pai esta muito mais ligado ao que nos damos do que recebemos, não somente ao material, mas devemos incluir muitas outras coisas, nossos filhos são como um livro, onde se nós pais não escrevemos pessoas estranhas escreveram, dai vem os resultados negativos, recentemente uma das minhas filhas sofreu bullyng na escola, em busca dos autores percebi algo que ficou muito evidente, foram quatro alunos e todos eles ficavam a maior parte do tempo ficavam sozinho em casa e tinham acesso livre a internet, mas nenhum deles tinham os seus pais para conversarem ou trocarem uma idéia.
       Você que é Pai e esta lendo isto troque a sua idéia de ser pai, deixe de ser provedor e passe a ser Pai, Amigo, Companheiro e tudo aquilo que você gostaria que seu o seu Pai fosse com você.
      Nossos filho estão sofrendo, tenho visto muitas meninos(as) cairem no Homosexualismo e no Bisexualismo por curiosidade e acabam conhecendo muitas outras coisas, procurem saber onde e quando os seus filhos(as) saem e com quem andam, parece coisa das antigas, mas é algo muito importante, e tudo isso conversando com a maioria deles "falam a mesma coisa, os meus pais não ligam para mim e nem para o que eu faço..."

Aluno de sétima série é condenado por bullying em Belo Horizonte

ÃO PAULO - Um aluno da 7ª série do Colégio Santa Doroteia de Belo Horizonte (MG) foi condenado por prática de bullying contra uma colega de classe. A indenização, fixada pelo juiz Luiz Artur Rocha Hilário, da 27ª Vara Cível de Belo Horizonte, é de R$ 8 mil. A decisão é em primeira instância e ainda cabe recurso.
A estudante disse que, em pouco tempo de convivência escolar, o menino começou a lhe colocar apelidos e fazer insinuações sobre a sua sexualidade. Ela afirmou ainda que procurou a coordenadora da 7ª série e que seus pais chegaram a conversar na escola, mas não tiveram respostas.
Além de indenização por danos morais, a estudante requereu a prestação, pela escola, de uma orientação pedagógica ao adolescente. Para o magistrado, no entanto, não se deve impor ao colégio a orientação pedagógica de aluno. "O exercício do poder familiar, do qual decorre a obrigação de educar, segundo o artigo 1.634, inciso I, do Código Civil, é atribuição dos pais ou tutores", ressaltou.
O representante do colégio declarou que todas as medidas consideradas pedagogicamente essenciais foram providenciadas. Os pais do menino afirmaram que há uma "conotação exagerada e fantasiosa" à relação existente entre os menores. Salientaram que brincadeiras entre adolescentes não podem ser confundidas com a prática do bullying. Afirmaram que o menor, após o ajuizamento da ação, começou a ser chamado de "réu" e "processado", com a pior conotação possível.

Fonte: Jornal Folha - Coluna Cidades